Quando a mulher é pressionada a abortar2 minutos de leitura

por Nove Meses

Seja legal ou ilegal, ninguém pode obrigar uma mulher a abortar se ela não o deseja.

A mulher que enfrenta uma gravidez indesejada ou inesperada em geral está ou se sente sozinha. Constata-se que a mulher que enfrenta problemas por estar grávida em geral está sozinha; precisaria apenas de uma mão amiga. Nenhuma mulher quer o aborto em suas vidas. Precisam é de informação adequada, acolhida e ajuda concreta e eficaz.

Existem muitos motivos pelos quis uma mulher percebe sua gravidez como um problema, contudo, realmente as pressões internas ou externas é que iniciam uma crise, fomentam o desespero e o medo de enfrentar sua maternidade.

A mulher pode decidir entre outras opções que não o aborto. Ela pode aceitar criar seu filho ou colocar a criança para adoção. É preciso que a mulher tenha a possibilidade de pensar com gravidade e profundidade sobre sua decisão, um “último chamado à vida”, porque são unicamente as mães que podem escolher e, assim, salvar-se das profundas consequências trazidas pela decisão do aborto.

Há uma infinidade de motivos para que uma mulher não aborte. Se o problema for a situação econômica, é importante que ela saiba que a economia sobe e desce e nunca está igual.

Se são pressões familiares e sociais, que levam muitas mulheres e meninas a temer as reações de seus companheiros e família, é importante notar que a maioria das famílias e parceiros podem receber mal a notícia da gravidez e até recusá-la, mas, quanto mais passa o tempo ou ao menos quando nasce o bebê, tudo passa e a crise some, ainda que haja dificuldades.

Se é o pai que não quer reconhecer a criança, a lei pode te ajudar a que ele assuma sua paternidade e, se você não pode ir adiante com isso, algumas mães asseguram que a principal ajuda da mãe é o próprio filho, que a anima a um projeto de vida mais amplo e significativo.

No plano profissional e econômico, o aborto reforça a relação produtiva e de coisificação da pessoa na relação entre a empresa e o trabalhador: “a mulher é tanto mais produtiva quanto menos interferem problemas de filhos, parto, aleitamento, enfermidade dos filhos, pois mantém ritmos regulares de produção na ausência destes”. Tal é um pensamento que desumaniza a pessoa e que deve mudar.

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